sábado, 16 de janeiro de 2016

Capítulo 36 - Lábios de mel

O rapaz era muito galanteador e tinha uma boa conversa. A certa altura, o diálogo foi enveredando para assuntos mais picantes, relatando seus amores antigos e das suas relações sexuais mal sucedidas.
Ele sabia que ela era uma das prostitutas que o comendador havia convidado e não poupou no palavreado.
Aquela conversa estava deixando Sara excitada e umedecida, Ramiro já havia percebido que ela estava gostando. Por fim ele pois o braço esquerdo sobre o ombro e começou alisar seus cabelos.
Ramiro então resolveu ir mais além. Abraçado, começou a beijá-la e tocar seus seios. De pé, numa posição desconfortável encostados num arbusto, sua mão deslizava sobre o corpo de Sara enquanto sugava seus lábios.
Ela correspondia com a mesma benevolência, excitada e meiga.
- Ramiro, acho impossível fazer algo aqui, em pé. – Sussurrou Sara baixinho.
Ele não deu a mínima atenção e continuou com a investida. Levantava a saia dela e ela tirava sua mão, mas não adiantava, ele continuava mesmo assim. Era insistente o rapaz.
Por fim ela tremeu ao sentir aquele toque gostoso. Disfarçava o prazer, mas ele continuava.
Ficaram ali naquele amasso no máximo, e ela já estava com as pernas moles e tremulas. Até que acabou cedendo, e atirou seu corpo sobre o dele. Ele já com a mão entre suas pernas, tentava arrancar a anágua e a calçola. Ela abria as pernas e deixava ele tocar sua vagina com seus dedos. Ramiro afastou sua calçola e começou a brincar com seu grelinho, ela parecia querer subir no arbusto, a excitação era mais forte, então ela começou a alisar Ramiro, nas costas, até chegar ao seu membro duro por baixo da calça.
Então Ramiro abriu sua braguilha, sacou seu pênis pra fora e disse:
- O que está esperando?
Com vasta experiência, Sara não se fez de rogada e fez valer seus dotes de profissão. Seus lábios deslizavam sobre o membro do rapaz. Ele, com as duas mãos puxava a cabeça dela devagar, enfiando sua protuberância cada vez mais fundo na sua garganta. Algumas vezes Sara engasgava quando ele enfiava um pouco mais forte. Sara de cócoras, sentia um arrepio pela espinha que descia até meu grêlo. Foi então que ela pegou o membro com as duas mãos e começou a masturbá-lo num vai-e-vem bem cadenciado. Ramiro se ajeitou e com movimentos lentos a fez chupá-lo. Ela às vezes mordia sua glande, ele suspirava alto, quase gemendo.Habilidosa, seus lábios carnudos faziam qualquer homem ir ao delírio, tamanha era a experiência da moça.
Não demorou muito, ela sentiu que seu membro latejava na sua boca. Tentou tira-lo, mas foi impossível, Ramiro segurou sua cabeça com força, e ela sentiu aquele jato de esperma invadir sua garganta.
- Isso puta!!! engole tudinho!!!
Sara chupou ardentemente até seu pênis ficar totalmente mole e limpinho. Escorreu algumas gotas no canto dos seus lábios. Ele tirou um lenço que tinha no bolso do fraque e deu para ela se limpar.
Sem falar mais nada, pegou na sua mão, a levantou e voltaram para a festa.
Aquela atitude não parecia estranha para Sara, acostumada com clientes daquele tipo, que muitas das vezes, apenas ejaculavam, pagavam e saiam da cama, sem uma palavra, um gesto de carinho ou sentimento, somente sexo e prazer.

Ela se sentiu apenas mais uma prostituta, desta vez nem paga, apenas sonhou que poderia ter vivido uma noite de amor com seu príncipe. Pobre Sara.

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