O rapaz era muito
galanteador e tinha uma boa conversa. A certa altura, o diálogo foi enveredando
para assuntos mais picantes, relatando seus amores antigos e das suas relações
sexuais mal sucedidas.
Ele sabia que ela era uma das prostitutas que o
comendador havia convidado e não poupou no palavreado.
Aquela conversa estava
deixando Sara excitada e umedecida, Ramiro já havia percebido que ela estava
gostando. Por fim ele pois o braço esquerdo sobre o ombro e começou alisar seus
cabelos.
Ramiro então resolveu ir mais além. Abraçado, começou a beijá-la e
tocar seus seios. De pé, numa posição desconfortável encostados num arbusto,
sua mão deslizava sobre o corpo de Sara enquanto sugava seus lábios.
Ela
correspondia com a mesma benevolência, excitada e meiga.
-
Ramiro, acho impossível fazer algo aqui, em pé. – Sussurrou Sara baixinho.
Ele
não deu a mínima atenção e continuou com a investida. Levantava a saia dela e ela
tirava sua mão, mas não adiantava, ele continuava mesmo assim. Era insistente o
rapaz.
Por
fim ela tremeu ao sentir aquele toque gostoso. Disfarçava o prazer, mas ele continuava.
Ficaram
ali naquele amasso no máximo, e ela já estava com as pernas moles e tremulas.
Até que acabou cedendo, e atirou seu corpo sobre o dele. Ele já com a mão entre
suas pernas, tentava arrancar a anágua e a calçola. Ela abria as pernas e
deixava ele tocar sua vagina com seus dedos. Ramiro afastou sua calçola e
começou a brincar com seu grelinho, ela parecia querer subir no arbusto, a excitação
era mais forte, então ela começou a alisar Ramiro, nas costas, até chegar ao
seu membro duro por baixo da calça.
Então Ramiro abriu sua braguilha, sacou seu pênis pra fora e
disse:
- O
que está esperando?
Com
vasta experiência, Sara não se fez de rogada e fez valer seus dotes de
profissão. Seus lábios deslizavam sobre o membro do rapaz. Ele, com as duas mãos
puxava a cabeça dela devagar, enfiando sua protuberância cada vez mais fundo na
sua garganta. Algumas vezes Sara engasgava quando ele enfiava um pouco
mais forte. Sara de cócoras, sentia um arrepio pela espinha que descia até meu
grêlo. Foi então que ela pegou o membro com as duas mãos e começou a
masturbá-lo num vai-e-vem bem cadenciado. Ramiro se ajeitou e com movimentos
lentos a fez chupá-lo. Ela às vezes mordia sua glande, ele suspirava alto,
quase gemendo.Habilidosa, seus lábios carnudos faziam qualquer homem ir ao
delírio, tamanha era a experiência da moça.
Não demorou muito, ela sentiu que seu membro latejava na sua boca.
Tentou tira-lo, mas foi impossível, Ramiro segurou sua cabeça com força, e ela
sentiu aquele jato de esperma invadir sua garganta.
-
Isso puta!!! engole tudinho!!!
Sara
chupou ardentemente até seu pênis ficar totalmente mole e limpinho. Escorreu
algumas gotas no canto dos seus lábios. Ele tirou um lenço que tinha no bolso
do fraque e deu para ela se limpar.
Sem
falar mais nada, pegou na sua mão, a levantou e voltaram para a festa.
Aquela
atitude não parecia estranha para Sara, acostumada com clientes daquele tipo,
que muitas das vezes, apenas ejaculavam, pagavam e saiam da cama, sem uma
palavra, um gesto de carinho ou sentimento, somente sexo e prazer.
Ela
se sentiu apenas mais uma prostituta, desta vez nem paga, apenas sonhou que
poderia ter vivido uma noite de amor com seu príncipe. Pobre Sara.
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