No dia da alta de Júlia, ao
amanhecer na cidade às cinco e meia da manhã, o sol começava a esquentar.
Petrônio praticamente não
dormiu naquelas noites. Acostumado a acordar na fazenda sempre as quatro da
manha, estava passando por maus bocados naqueles dias em que tinha que ficar
enclausurado na pensão até o dia amanhecer e segui para hospital.
No entanto, assim que
Petrônio colocou os pés no chão, ouviu alguém bater na porta.
- Quem é? – Perguntou bocejando
e se espreguiçando.
- Sou eu, Manuela.
- Ora más que visita tão cedo! - Petrônio falou baixinho sem que ela ouvisse e foi se vestindo e dirigiu-se para a porta.
- Sou eu, Manuela.
- Ora más que visita tão cedo! - Petrônio falou baixinho sem que ela ouvisse e foi se vestindo e dirigiu-se para a porta.
- Mas que diacho de visita
é essa mulher, tão cedo? Aconteceu alguma coisa?
- Não vai me deixar entrar? – Perguntou Manu.
- Mas porque não deixaria, afinal a casa é sua!
- Não vai me deixar entrar? – Perguntou Manu.
- Mas porque não deixaria, afinal a casa é sua!
Manuela estava sozinha, bem
arrumada e foi entrando vagarosamente e se aproximando de uma pequena
escrivaninha ao fundo do quarto.
- De certo cunhado, não é
porque estou pagando que é minha. Mas deixe-me ir direto ao assunto.
- Pois então diga, está me deixando nervoso.
- Petrônio, sua filha vai estar de alta hoje e daqui a pouco estará de volta à fazenda. Não sabemos qual será a reação dela diante da minha irmã.
- Sim, continue.
- Independente do que possa acontecer, estou disposta a ajudar Julia.
- Mas como assim ajudar? Continuo sem entender! – Petrônio se senta e parece muito mais confuso agora.
- Petrônio, sabes agora da minha vida. Passei por dificuldades, mas posso dizer que já foram superadas e possuo recursos. Sua filha vai precisar de um tratamento médico e onde vocês moram não existe a menor possibilidade de tratamento. Como o médico falou, o caso dela pode se reverter, desde que faça o tratamento certo, então...
- Então o que? Você está querendo que a minha filha fique aqui? É isso? – Falou em voz alterada.
- Não exatamente isso. Calma! Afinal de contas estamos falando da saúde da sua filha, como mesmo dizes. Minha proposta é outra.
- Desculpa, não queria ofender, mas qual seria a proposta?
- A menina Julia volta pra casa, depois de uns dez dias você conversa com Helena para que ela venha passar alguns meses comigo, com a desculpa de que foi uma exigência médica e eu banco todo o tratamento dela.
- Pois então diga, está me deixando nervoso.
- Petrônio, sua filha vai estar de alta hoje e daqui a pouco estará de volta à fazenda. Não sabemos qual será a reação dela diante da minha irmã.
- Sim, continue.
- Independente do que possa acontecer, estou disposta a ajudar Julia.
- Mas como assim ajudar? Continuo sem entender! – Petrônio se senta e parece muito mais confuso agora.
- Petrônio, sabes agora da minha vida. Passei por dificuldades, mas posso dizer que já foram superadas e possuo recursos. Sua filha vai precisar de um tratamento médico e onde vocês moram não existe a menor possibilidade de tratamento. Como o médico falou, o caso dela pode se reverter, desde que faça o tratamento certo, então...
- Então o que? Você está querendo que a minha filha fique aqui? É isso? – Falou em voz alterada.
- Não exatamente isso. Calma! Afinal de contas estamos falando da saúde da sua filha, como mesmo dizes. Minha proposta é outra.
- Desculpa, não queria ofender, mas qual seria a proposta?
- A menina Julia volta pra casa, depois de uns dez dias você conversa com Helena para que ela venha passar alguns meses comigo, com a desculpa de que foi uma exigência médica e eu banco todo o tratamento dela.
Petrônio ouvia atento, mas
por dentro estava para explodir de curiosidade, achando que havia algo de
estranho naquela proposta da boa samaritana. Pensava consigo mesmo, “Qual seria
o preço?”.
- Ora Manu, é louvável sua
benevolência, mas a troco de que você faria isso?
- Não Petrônio, daquela
proposta que fiz no dia do acidente, confesso que me arrependi muito. Não era
bem assim que eu queria colocar, eu só falei aquilo, porque...
- Porque estava com ódio da sua irmã, não é verdade? – Interrompeu Petrônio.
- Sim, estava. É verdade. Mas muito maior que o ódio é o amor que ainda sinto por você.
- Porque estava com ódio da sua irmã, não é verdade? – Interrompeu Petrônio.
- Sim, estava. É verdade. Mas muito maior que o ódio é o amor que ainda sinto por você.
Petrônio se levantou
assustado e se encostou na porta que fechou de vez.
- Manuela, você tem que
entender que o passado ficou para traz, eu até perdoo você, sabendo agora de
toda a verdade.
- Então! Porque não passamos uma borracha em tudo e...
- E voltamos? É isso que queres dizer?
- Petrônio, eu ainda te amo! – Chorando, Manuela se aproxima e se joga nos braços do eis amado, que de pé parece incomodado com aquela situação.
- Então! Porque não passamos uma borracha em tudo e...
- E voltamos? É isso que queres dizer?
- Petrônio, eu ainda te amo! – Chorando, Manuela se aproxima e se joga nos braços do eis amado, que de pé parece incomodado com aquela situação.
Enquanto Manuela chora,
Petrônio sente um aperto no coração e lembra, como num filme, os poucos
momentos vividos com aquela mulher frágil e ao mesmo tempo corajosa o
suficiente para enfrentar o passado e buscar sua felicidade no presente.
Ainda abraçada sobre o peito de Petrônio, Manuela se declara.
Ainda abraçada sobre o peito de Petrônio, Manuela se declara.
- Eu nunca te esqueci meu
amor. Em nenhum minuto da minha vida. Sempre vivi com esta dor no meu peito, na
esperança de te contar a verdade, de ti ter de volta. Mas o medo me afastava.
Às vezes tive vontade de morrer para acabar com esta paixão louca. Os primeiros
dias foram terríveis e os últimos mais ainda. Olha para mim Petrônio e diz que
não me ama.
Ela vira o rosto de
Petrônio que olhava para o lado, fita seus olhos bem perto. Mudos, um olha para
o outro, olhos nos olhos. Bem devagar seus lábios se aproximam e Manuela sente
o suspiro e o cheiro daquele homem, corpo quente e suado.
Os braços de Petrônio não mais a amparam somente. Ela sente um ligeiro aperto na sua cintura. Manuela não resiste e cola seus lábios no de Petrônio, que não corresponde ao beijo, mas estático, apenas sente o calor de uma mulher colada ao seu corpo quente.
Mesmo assim Manuela mordisca os lábios do amado e entre suas coxas um volume preenche um espaço que não mais existe de tão colados que estão.
Apesar de dona de bordel, Manuela não fazia amor ha muito tempo e sentia que sua natureza clamava por um homem de verdade, por alguém que a amasse naquele momento.
Ela foi se jogando sobre Petrônio e ele se afastando para traz com o peso do corpo dela que lhe empurrou contra a parede.
Os braços de Petrônio não mais a amparam somente. Ela sente um ligeiro aperto na sua cintura. Manuela não resiste e cola seus lábios no de Petrônio, que não corresponde ao beijo, mas estático, apenas sente o calor de uma mulher colada ao seu corpo quente.
Mesmo assim Manuela mordisca os lábios do amado e entre suas coxas um volume preenche um espaço que não mais existe de tão colados que estão.
Apesar de dona de bordel, Manuela não fazia amor ha muito tempo e sentia que sua natureza clamava por um homem de verdade, por alguém que a amasse naquele momento.
Ela foi se jogando sobre Petrônio e ele se afastando para traz com o peso do corpo dela que lhe empurrou contra a parede.
- Manuela, eu não posso
fazer isso. – Sussurrou Petrônio bem ofegante.
Ela não deu a mínima para o
que ele falou. Sem perder tempo abocanhou os lábios dele ardentemente.
Diferente da sua expressão de outrora, a natureza de Petrônio falava pedia
outra coisa.
Involuntariamente ele apertava Manuela pela cintura e a puxava contra seu corpo ardente de tesão. Ela desceu as mãos que laçavam o pescoço dele e começou a desabotoar o cinto e o suspensório.
De pé, Manuela já estava despida da cintura para baixo enquanto Petrônio terminava de tirar a calça, sem pararem o beijo.
Com a mão direita Petrônio pegou a perna de Manuela, levantou puxou-a contra si. A esta altura ela sentia todo vigor entre suas coxas. Desta vez, após muitos anos, ela o teria dentro dela como sempre desejou. Com toda experiência de uma mulher, Manuela não perdeu tempo. Pegou o colosso com a mão direita e direcionou para dentro de si, com movimentos lentos e circulares.
Petrônio não se fez de rogado e com a mão esquerda a puxava pelas cintura e com a direita mantinha a perna de Manu levantada, proporcionando uma penetração mais profunda.
Ficaram ali por alguns segundos e resolveram ir para cama consumar o ato.
Os dois se amavam de verdade, não se falavam, não riam, nem ouviam o barulho do vento que assobiava na fresta da janela. Manuela estava sedenta de tesão, carente e ao sentir aquela língua macia e quente entrar, penetrar a sua boca, o chão cedeu e ela caiu por cima de Petrônio na cama, as luzes estavam apagadas, só tinha a claridade da luz do corredor que dava para o quarto.
Na cama o som dos corpos aumentava o clima de tesão puro, deixando Petrônio completamente a mercê daquela mulher enlouquecida. Ele terminou de tirar o restante da roupa dela de um lance só, a anágua veio junto e denunciava o grau de tesão que ela estava. Dava para ver a marca molhada na altura do sexo daquela mulher carente e completamente envolvida. Ela o fez descer, empurrando sua cabeça para baixo. Ele resistiu um pouco, mas sabia que a experiência de vida da cunhada revelaria posições nunca praticadas antes com Helena, pobre Helena. Ela estremeceu ao toque daquela língua, se movimentava freneticamente, como se fosse uma virgem sendo tocada pela primeira vez. Era poético aquele instante, impar em sua vida. Talvez dos dois.
Ela também sabia dar prazer e queria tocar, apalpar, roçar a mão e tê-lo entre os lábios. Enquanto ele lambia com sofreguidão suas coxas, pela parte de dentro, ela baixou a mão direita e tocou em seu membro, duro, pulsátil, totalmente pronto para invadir sua gruta que ardia a essa altura. O romantismo do passado começava a dar lugar ao tesão puro, ao magnetismo animal... Manuela queria aquele homem dentro de si.
-Vem, meu amor, me possui, forte, quero você muito... - Ela gemeu baixinho.
A língua de Petrônio começou a tocar os pelos de seu sexo...Ela estremeceu e levantou os braços, ficando totalmente relaxada...queria aquilo muito, muito, estava totalmente molhada, lubrificada. Petrônio era rústico, mas tinha talento para o sexo, pôs dois travesseiros sobre o bumbum de Manuela e se colocou no vértice que suas pernas formavam e começou a usar a língua suavemente desde as partes mais íntimas dela, lambeu o bumbum, forçou a língua na entrada de trás e sentiu o estremecimento.
Ela segurava sua cabeça e dizia palavras desconexas, sem sentido... tesão, vai, gostoso, mete a língua, meu macho gostoso, vem... Eram palavras que as vezes chocavam um homem do interior, acostumado com o silencio no ato, sem palavras, sem escândalos.
Ele passou para a parte posterior do vértice e tocou com a ponta da língua o clitóris dela, sem antes abrir os lábios, com a mão esquerda ele enfiou seu dedo grosso, tocando seu clitóris com o polegar, como se fosse um botão do prazer, pronto para desencadear uma onda de tesão em gozo...ela foi a loucura, gemia mais alto, apertava a cabeça de seu homem entre as pernas e se contorcia..
Petrônio a essa altura se colocou de joelhos, membro bem duro, grosso mesmo, com as veias salientes e a cabeça vermelha e melada de tesão...puxou sua fêmea pela cintura e enterrou seu membro de uma estocada só...bem forte...bem profunda...ela gritou.
- Aiiiiiiii, meu tesão!!!!!! Meu homem, forte!! vaiiiiiii
Aquilo estava beirando o clímax, Petrônio aumento o ritmo, Manuela suava, se debatia, se mexia, puxando ele cada vez mais para dentro do que já estava quente e alargada pela loucura e pelos líquidos de tesão que dela saia. Petrônio de um golpe saiu de Manuela e a pôs de quatro. Manuela só gemia e como se fosse sua escrava empinou seu bumbum e pediu mais, naquela posição.
- Me usa, ma faz delirar...! – Sussurrava Manuela com lágrimas nos olhos.
Petrônio então a penetrou novamente naquela vagina gostosa e procurou o clitóris daquela fêmea no cio, estava ali, durinho e saliente, ele começou um movimento sincronizado, penetrava e tocava, penetrava e tocava, e foi aumentando o ritmo...
O gozo veio forte como ela nunca tinha visto. Estava quase desfalecida de prazer. Gemeu, gritou, chorou alto, babou, foi ao extâse que o prazer carnal pode proporcionar. Caiu suada e tremendo, lágrimas nos olhos... Petrônio parecia não querer parar e em jatos fortes inundava até transbordar sua amante de um líquido abundante.
Ao final Manuela parecia visivelmente esgotada. Deitada, ela chorava copiosamente, talvez de dor, ou de prazer, ou de alegria pela cumplicidade daquele instante de pecado e traição.
Talvez após este episódio, uma nova chama reacendeu dentro de Petrônio, substituindo o ódio por um sentimento diferente. Será amor?
Involuntariamente ele apertava Manuela pela cintura e a puxava contra seu corpo ardente de tesão. Ela desceu as mãos que laçavam o pescoço dele e começou a desabotoar o cinto e o suspensório.
De pé, Manuela já estava despida da cintura para baixo enquanto Petrônio terminava de tirar a calça, sem pararem o beijo.
Com a mão direita Petrônio pegou a perna de Manuela, levantou puxou-a contra si. A esta altura ela sentia todo vigor entre suas coxas. Desta vez, após muitos anos, ela o teria dentro dela como sempre desejou. Com toda experiência de uma mulher, Manuela não perdeu tempo. Pegou o colosso com a mão direita e direcionou para dentro de si, com movimentos lentos e circulares.
Petrônio não se fez de rogado e com a mão esquerda a puxava pelas cintura e com a direita mantinha a perna de Manu levantada, proporcionando uma penetração mais profunda.
Ficaram ali por alguns segundos e resolveram ir para cama consumar o ato.
Os dois se amavam de verdade, não se falavam, não riam, nem ouviam o barulho do vento que assobiava na fresta da janela. Manuela estava sedenta de tesão, carente e ao sentir aquela língua macia e quente entrar, penetrar a sua boca, o chão cedeu e ela caiu por cima de Petrônio na cama, as luzes estavam apagadas, só tinha a claridade da luz do corredor que dava para o quarto.
Na cama o som dos corpos aumentava o clima de tesão puro, deixando Petrônio completamente a mercê daquela mulher enlouquecida. Ele terminou de tirar o restante da roupa dela de um lance só, a anágua veio junto e denunciava o grau de tesão que ela estava. Dava para ver a marca molhada na altura do sexo daquela mulher carente e completamente envolvida. Ela o fez descer, empurrando sua cabeça para baixo. Ele resistiu um pouco, mas sabia que a experiência de vida da cunhada revelaria posições nunca praticadas antes com Helena, pobre Helena. Ela estremeceu ao toque daquela língua, se movimentava freneticamente, como se fosse uma virgem sendo tocada pela primeira vez. Era poético aquele instante, impar em sua vida. Talvez dos dois.
Ela também sabia dar prazer e queria tocar, apalpar, roçar a mão e tê-lo entre os lábios. Enquanto ele lambia com sofreguidão suas coxas, pela parte de dentro, ela baixou a mão direita e tocou em seu membro, duro, pulsátil, totalmente pronto para invadir sua gruta que ardia a essa altura. O romantismo do passado começava a dar lugar ao tesão puro, ao magnetismo animal... Manuela queria aquele homem dentro de si.
-Vem, meu amor, me possui, forte, quero você muito... - Ela gemeu baixinho.
A língua de Petrônio começou a tocar os pelos de seu sexo...Ela estremeceu e levantou os braços, ficando totalmente relaxada...queria aquilo muito, muito, estava totalmente molhada, lubrificada. Petrônio era rústico, mas tinha talento para o sexo, pôs dois travesseiros sobre o bumbum de Manuela e se colocou no vértice que suas pernas formavam e começou a usar a língua suavemente desde as partes mais íntimas dela, lambeu o bumbum, forçou a língua na entrada de trás e sentiu o estremecimento.
Ela segurava sua cabeça e dizia palavras desconexas, sem sentido... tesão, vai, gostoso, mete a língua, meu macho gostoso, vem... Eram palavras que as vezes chocavam um homem do interior, acostumado com o silencio no ato, sem palavras, sem escândalos.
Ele passou para a parte posterior do vértice e tocou com a ponta da língua o clitóris dela, sem antes abrir os lábios, com a mão esquerda ele enfiou seu dedo grosso, tocando seu clitóris com o polegar, como se fosse um botão do prazer, pronto para desencadear uma onda de tesão em gozo...ela foi a loucura, gemia mais alto, apertava a cabeça de seu homem entre as pernas e se contorcia..
Petrônio a essa altura se colocou de joelhos, membro bem duro, grosso mesmo, com as veias salientes e a cabeça vermelha e melada de tesão...puxou sua fêmea pela cintura e enterrou seu membro de uma estocada só...bem forte...bem profunda...ela gritou.
- Aiiiiiiii, meu tesão!!!!!! Meu homem, forte!! vaiiiiiii
Aquilo estava beirando o clímax, Petrônio aumento o ritmo, Manuela suava, se debatia, se mexia, puxando ele cada vez mais para dentro do que já estava quente e alargada pela loucura e pelos líquidos de tesão que dela saia. Petrônio de um golpe saiu de Manuela e a pôs de quatro. Manuela só gemia e como se fosse sua escrava empinou seu bumbum e pediu mais, naquela posição.
- Me usa, ma faz delirar...! – Sussurrava Manuela com lágrimas nos olhos.
Petrônio então a penetrou novamente naquela vagina gostosa e procurou o clitóris daquela fêmea no cio, estava ali, durinho e saliente, ele começou um movimento sincronizado, penetrava e tocava, penetrava e tocava, e foi aumentando o ritmo...
O gozo veio forte como ela nunca tinha visto. Estava quase desfalecida de prazer. Gemeu, gritou, chorou alto, babou, foi ao extâse que o prazer carnal pode proporcionar. Caiu suada e tremendo, lágrimas nos olhos... Petrônio parecia não querer parar e em jatos fortes inundava até transbordar sua amante de um líquido abundante.
Ao final Manuela parecia visivelmente esgotada. Deitada, ela chorava copiosamente, talvez de dor, ou de prazer, ou de alegria pela cumplicidade daquele instante de pecado e traição.
Talvez após este episódio, uma nova chama reacendeu dentro de Petrônio, substituindo o ódio por um sentimento diferente. Será amor?
De volta a realidade,
Petrônio trabalhava confuso, sem saber como tocar no assunto do tratamento de
Júlia na cidade.
Três semanas depois do acidente, em que o casal vivia uma relação fria, Petrônio tem a oportunidade de conversar com a esposa a sóis.
Três semanas depois do acidente, em que o casal vivia uma relação fria, Petrônio tem a oportunidade de conversar com a esposa a sóis.
- Helena, preciso falar de
um assunto com você.
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