sábado, 16 de janeiro de 2016

Capítulo 32 - Sexo selvagem

No dia seguinte, após mais uma noite de atividade na casa do fundo, já era cinco da manhã e Manuela estava de pé, como de costume.

Ela mesma preparava o café e providenciava o desjejum com sucos, bolos, pães, café e demais iguarias. Apesar de solteira, era prendada com o que a vida lhe ensinou.
Enquanto isso Petrônio arrumava suas coisas no quarto se preparando para o retorno ao lar. Manuela então sobe e bate na porta do quarto.
- Não preciso nem adivinhar como da última vez. – Pensou baixinho Petrônio.
Ele sabia que sua insaciável cunhada não o deixaria partir sem antes tê-lo novamente. Contudo, desta vez as coisas seriam diferentes.
Rapidamente Petrônio correu para o banheiro, tirou a roupa e ligou o chuveiro.
- Pode entrar, estou no banho. – Falou ele de dentro do banheiro com a porta entreaberta.
- Nossa, pensei que ainda estivesse dormindo. Vou aguardá-lo para o café.
- Espera. Você pode me trazer a toalha por gentileza?
A Manu esperava de tudo, menos aquele pedido de favor, que mais parecia um convite.
Sem perder tempo ela pegou a toalha sobre a cama e levou até o banheiro que estava com a porta aberta. Sua surpresa não foi outra, ao ver aquele homem de perfil, totalmente despido em baixo do chuveiro, peito cabeludo, barba por fazer, corpo magro e definido, todo ensaboado.
Ela quase se assustou ao se admirar com o tamanho do seu pênis em riste, com Petrônio o massageando com sabão como se estivesse se masturbando.
Manuela ficou embasbacada por alguns instantes diante daquela cena dantesca, com profunda admiração.
- Não se avexe não. Pode entrar que hoje é por minha conta. – Falou Petrônio com cara de safado, apontando aquela arma para sua algoz.
Lentamente Manuela foi entrando e antes de chegar ao chuveiro Petrônio a puxou com força para debaixo, ao mesmo tempo que começou a soltar as alças do seu vestido e beijar os seus seios, alternando por vezes e ao mesmo tempo tirando o resto da roupa. Ele, mais alto, se curvava para chupá-la e ela se dobrava aos prazeres da carne, se entregando completamente ao seu carrasco.
Ela já estava completamente molhada, não somente pela água que caia, mas pela ação da sua própria natureza feminina, só em sentir o toque do sexo de Petrônio roçando em suas coxas. 
De repente ela tomou uma iniciativa e partiu para cima dele, mais atrevida como nunca. 
Sexo para Manuela não é sinônimo de submissão e ela precisava mostrar quem dominava e quem era dominado, a caça e o caçador do prazer. A batalha iria ser travada ali mesmo. Ela sentia as mãos do amado a percorrerem todo o seu corpo e aquela boca, ora beijando sua boca, ora chupando os seus fartos seios, duros e ponteagudos, levando-a ao um êxtase total.
Foi então que ele tocou a intimidade de Manu, quente e latejante, acariciando e enfiando o dedinho bem ao fundo daquela grutinha levando-a a soltar leves gemidos. Em seguida, com a sua boca começou a beijar sua vagina e a enfiar a língua nela de uma maneira louca (nessa altura suas pernas tremiam mais do que uma corda bamba). Quando ela deu conta já estavam deitados no chão do banheiro se masturbando um ao outro, num jogo de preliminares do prazer.
A cada instante Manuela se surpreendia com a sagacidade de Petrônio. Ela não esperava toda aquela espontaneidade de alguém que foi extremamente comedido na última vez.
Ele por sua vez não se poupava em suas fantasias, além do que sua imaginação pudesse ter sonhado um dia. 
Sem pedir, ele puxou a cabeça de Manu e colocou-a perto do membro dele e pediu que ela o chupasse.
- Vai minha cabritinha, faz isso que eu gosto!
Como uma escrava ela não se fez de rogada. Agarrou o membro com as duas mãos e primeiro começou dando várias lambidas nele, depois a morder levemente a sua pontinha intercalando por leves chupões que o faziam quase gozar no mesmo instante que ele começou a chupar seu clitóris, com um outro detalhe, enfiando o seu dedo no orifício traseiro, que a fazia vibrar de tesão. Ela não aguentou e gozou na ora na cara de Petrônio, com aquele maravilhoso 69. 
Ele não parava e mesmo percebendo que sua amante serpenteava e delirava numa explosão de gozo, aguardou ela concluir, ficou de joelhos e enfiou todo seu membro em sua boca mais uma vez, fazendo com que ela o chupasse sem piedade, sem clemência.
Nem toda a experiência de Manuela até então vivida fazia com que ela previsse as fantasias de Petrônio.
Ele a deitou de lado no chão e por traz a penetrou com carinho.
Da dor ao prazer, do céu ao inferno e assim aquele momento se traduzia num ato jamais praticado pelos amantes.
Manuela apoiada sobre o braço do amado, esquivava-se a cada estocada que Petrônio dava, penetrando-a profundamente num movimento de vai e vem, friccionando sua vagina ao mesmo tempo em que ela empurrava seu pênis com a mão direita para mais dentro.
Ainda no chão ele a virou de bruços, ensaboou seu pênis e deitou-se sobre ela. Seu membro massageava seu canal do bumbum e aos pouco sua enorme cabeça era direcionada para seu orifício.
Manuela ficou assustada, pois nunca havia praticado sexo anal na sua vida, mas era impossível dizer não naquele instante e foi deixando com que Petrônio a possuísse pela primeira vez, de forma impiedosa. Ela queria se sentir desvirginada pelo seu homem, já que não teve a oportunidade pelas vias normais.
Sob gemidos fortes e sussurros, Petrônio foi penetrando com cautela, lentamente. 
Ora parava, ora continuava bem devagar. Ela mordia os dedos enquanto lágrimas desciam sua face. Ele chegou a perguntar se ela queria que ele parasse, mas ela respondeu que não.
De repente ela começou a serpentear por baixo dele, acelerando cada vez mais. Ele em posição de apoio no chão se afastou do corpo dela, porém seu membro não saiu de dentro, fazendo com que ela o buscasse lá em cima, com movimentos que foram aumentando à proporção que ela se sentia mais confortável.
Era difícil para Manuela imaginar que estava completamente empalada naquele membro enorme, sendo desvirginada pela primeira vez por traz.
Sem mais sentir o incômodo da dor, Petrônio percebeu e a laçou por traz, ao mesmo tempo em que mordia sua orelha e chupava seu pescoço, socando forte e profundamente com movimentos rápidos, enquanto ela rebolava por baixo com as mãos dele acariciando seu clitóris.
Não se sabia se era água ou suor que banhavam os dois, no instante que ela se curva mais um pouco em posição de quatro e Petrônio solta um alto gemido, transbordando sua amada de um gozo forte e abundante de um líquido quente e gosmento.
Manuela suspira ofegante, geme, chora e explode num clímax fatal junto com Petrônio, se sentindo inundada e com o dedo do amado no seu ponto “G”.
Deitados, caídos ao chão ouvem a porta do quarto bater.
Quem teria sido? Teria alguém presenciado a cena dos dois?

Seria Zenaide ou Júlia?

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