domingo, 7 de agosto de 2016

Capítulo 38 - A descoberta

- Pois diga, que já passa da hora de dormir. – Manu ajeitava o edredom sem parar, enquanto Julia permanecia calma e com um jeito sapeca.
- Sabe naquela noite, na sua casa? Eu fui beber água na cozinha e não pude deixar de ouvir um barulho que vinha do seu quarto...

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Capítulo 37 - O aperreio

Seguiram-se por dias os comentários da festa na casa do comendador. Sociedade hipócrita era aquela. Durante as noites, entre becos e sombras dos lampiões, a maioria dos homens da sociedade visitavam o meretrício para fruição, sob a ciência e omissão das suas senhoras. Estas que agora criticam as beldades dançarinas, serviçais do sexo e do prazer.

sábado, 16 de janeiro de 2016

Capítulo 36 - Lábios de mel

O rapaz era muito galanteador e tinha uma boa conversa. A certa altura, o diálogo foi enveredando para assuntos mais picantes, relatando seus amores antigos e das suas relações sexuais mal sucedidas.

Capítulo 35 - Festa no sarau

Manuela aproveitou a empolgação da sobrinha e de malas já arrumadas, pediu para que o Jarbas preparasse o carro e seguiram para o aeroporto. A viagem seria longa até Chicago, onde Júlia vai viver um novo episódio da sua vida, cheio de surpresas agradáveis e desagradáveis.

Capítulo 34 - O alvoroço

Ouve-se um estilhaçar de vidros e o rapaz cai para o lado, livrando Júlia de um possível estupro.
Caído ao chão, as moças da casa aplicam-lhes socos e pontapés, que estonteado o sujeito sai cambaleante e ensanguentado depois de uma garrafada na cabeça.

Capítulo 33 - Tentativa de estupro

Manu sai do quarto de Petrônio enrolada numa camisola e passa sorrateiramente pelo corredor antes da cozinha, sem que Zenaide e Júlia percebessem. Elas estavam sentadas à mesa do café, proseando displicentemente.

Capítulo 32 - Sexo selvagem

No dia seguinte, após mais uma noite de atividade na casa do fundo, já era cinco da manhã e Manuela estava de pé, como de costume.

Capítulo 31 - O diagnóstico

- Preciso resolver algumas coisas na cidade e passar no hospital para confirmar a consulta da Júlia. Zenaide vai providenciar o que vocês precisam.

Capítulo 30 - O desembargador

- Querido, poderíamos conversar outra hora? Estou um pouco cansada...
- Não Helena, tem que ser agora!
Helena vinha evitando esta conversa há algum tempo, mas pela resposta do marido, estava claro que ela não poderia mais adiar.

Capítulo 29 - Traição

No dia da alta de Júlia, ao amanhecer na cidade às cinco e meia da manhã, o sol começava a esquentar. 

Capítulo 28 - O arrependimento

A viajem foi longa e demorada, naquela estrada cheia de buracos e lagoas imensas. Manuela sentia na pele, no solavanco do carro, que boa parte do dinheiro deixado no seu bordel pelos políticos, poderiam ter sido aplicados em obras em favor do povo.

Capítulo 27 - Dor e tristeza

Diante de Petrônio estava um dos maiores especialista cirúrgico, medido de renome internacional, indicado por meio de influencia política de Manuela.

Capítulo 26 - O desespero

O alvoroço é grande na porta do armazém. Pessoas correndo para todos os lados tentando se defender. Mas foi apenas um tiro, acompanhado de um grito abafado que veio de dentro da loja.
Então Petrônio aparece na porta e gritou desesperadamente.

Capítulo 25 - A tragédia

Helena parece transtornada, diante da tranquilidade de Manuela, perplexidade de Petrônio e da filha que fica confusa diante da situação.

Capítulo 24 - Ousadia

Enquanto isso o dia amanhecia lá fora, com raios trespassando as brechas do telhado e clareando as gotículas de água que pingavam das samambaias na varanda, que caiam sobre o chão orvalhado.

Capítulo 23 - A falsa visita

- Entre, por favor. Mas do que se trata mesmo Sra...
- Zenaide. Dra Zenaide.

Capítulo 22 - A primeira vez

- Tem alguém ai? – Perguntou Petrônio novamente, baixando o candeeiro ao chão e puxando pela sua peixeira.

Capítulo 21 - A safadeza

- Júlia, não demore no banho que seu pai chegou – Gritou Helena da cozinha.
- Cheguei e tô com uma fome daquelas!

Capítulo 20 - 15 anos depois

Uma chuva torrencial caía naquela tarde e Júlia contemplava os patinhos na lagoa em frente à sua casa. O outono sempre foi um período chuvoso naquela região, exceto quando há dezessete anos antes, dias de estiagem longa, seu pai lhe carregou nos braços, levando-a quase morta para o hospital da cidade.

Capítulo 19 - Ela partiu

Helena não conseguia esconder sua ansiedade e desespero por aquela resposta. Ela sabia que a paixão é uma linha muito tênue entre a razão e o coração. Foi ai que o velho ancião atento pelo nervosismo daquela mulher, tratou de lhe responder.

Capítulo 18 - A fujida

Por volta de cinco e meia da tarde o sol já esfriava e a sombra das palmeiras cobriam boa parte da varanda, onde o tio Miguel cochilava com um Machado de Assis sobre seu peito. Neste horário era comum a temperatura ir caindo, talvez por causa do rio Arizona que passava a um quilometro do lugarejo.

Capítulo 17 - último coito

- Tal como os porcos, a que ponto chegou! Ajunte-o, és a razão de tudo isso. – Virou-se e retornou para seus aposentos.

Capítulo 16 - Ciúmes

- Ora, mas será que seu tio ainda está conversando com o Victor? 
- Duvido muito. Do jeito que meu tio estava, já deve estar dormindo há horas.

Capítulo 15 - Alcoviteira

Neste momento, Helena entra na cozinha com a bebê no colo.
- Nossa, parece que Judite viu fantasma! Passou por mim feito um furacão.
- De certo prima, eu devo ter falado algo que a deixou nervosa.

Capítulo 14 - A investida

Victor não era mais aquele menino, que ha doze anos passou alguns dias na fazenda, correndo atrás das galinhas e das criações no terreiro.

Capítulo 13 - Conversa fatal

Judite esperava tudo, menos aquela pergunta. Pasma e nervosa, ela não sabia o que fazer. Aproveitava-se da oportunidade e acabava com aquele tormento ou emudecia e deixava tudo como

Capítulo 12 - O flagra

- Judite! – Exclamou Helena em voz de atenção.
Os dois pararam e olharam para Helena, atônitos.

Capítulo 11 - O retorno

Cansada da viajem, Helena deu um banho em Julia, fez um tour pela casa para ver como estavam as coisas e em seguida se recolhe no quarto.

Capítulo 10 - Desistência

Ainda restavam três dias para a volta de Helena com a filha Julia e o martírio de Judite continuava. Ela sabia que não conseguiria ser poupada por muito tempo e que mesmo sangrando, Petrônio poderia força-la a fazer sexo de qualquer jeito. Seu nível de testosterona estava acima do limite, quase transbordando, talvez esse o fosse motivo do seu comportamento tão agressivo.

Capítulo 9 - Insistência

Ela sabia que Petrônio contara nos dedos os dias e ávido por sexo, ele viria com tudo para cima dela.
Meio dia, casa varrida e arrumada, roupas lavadas e estendidas no quintal. Pronto, era a hora de por o plano em ação. A mulatinha correu para o quintal e pegou a galinha mais magrinha que encontrou, levou a penosa para uma certa distância e cortou o pescoço, derramando seu sangue num recipiente de vidro.

Capítulo 8 - A menstruação sem fim

Petrônio carregou as malas e as colocou no carro. Deu um beijo na amada, outro na filha e voltou para casa. Judite já estava na cozinha preparando o café. Ainda se ouvia o ronco do carro ao longe quando o patrão virou-se para ela e disse:

Capítulo 7 - A visita

Um ano se passou e Júlia crescia com saúde. A falta de um irmãozinho não era problema na hora de brincar, porque, como Judite não teve infância, agora ela aproveitava para ter na companhia de Julia, brincando com a filha da patroa como se fosse uma criança.

Capítulo 6 - A salvação

... Helena olha fixamente para o terreiro e percebe que alguém chega à galope. 
- Será Petrônio? - Pergunta para si.

Capítulo 5 - À beira da morte

Ao saber da notícia, Petrônio se dirige para casa, deixando a loja de tecidos por conta dos empregados.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Capítulo 4 - O resguardo

Mas a vida continuava. Petrônio entrou no quarto, mais molhado de suor que de água do banho.
- Mas que suor é este homem, você não acabou de tomar um banho?
- É, mas como eu banho muito rápido e a lavanderia não entra vento, tai como a gente fica.

Capítulo 3 - O estupro

E o casal ficou ali por vários minutos em prosa admirando a filha, enquanto Petrônio sorria e Helena vislumbrava aquele pouco momento que via o marido tão contente e alegre.

Capítulo 2 - O mijo

A cachaça corria solta na venda do Zé fiado. Petrônio com seu compadre e mais três amigos que foram chegando após saber da notícia.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Capítulo 1 - O nascimento

Julia era uma moça magra, esganiçada e ao mesmo tempo atraente. Tinha chegado da cidade grande a poucos dias e ainda mantinha alguns costumes, diferentes da vida tranquila e serena do pequeno povoado ao Leste do Arizona.