segunda-feira, 17 de agosto de 2020
Capitulo 40 - Ciúmes
Petrônio levou um susto. A lata com água caiu
da sua mão, ao mesmo tempo que virou de supetão.
O que estaria acontecendo com Helena? Pensou
ele. Por todos estes anos ela nunca havia feito uma pergunta com tanta
maledicência.
Estaria sua depressão afetando seu
comportamento?
terça-feira, 7 de agosto de 2018
Capitulo 39 – O Adultério
Enquanto Júlia fazia
seu tratamento na Europa, a vida na fazenda corria rotineiramente. Petrônio na
sua lida diária e Helena cada dia mais louca.
Mas nem tudo era paz para o patrão da modesta loja de
tecidos. Não obstante seu jeito meio bruto de ser, alguns boatos apimentavam a
imaginação das mulheres do pequeno povoado. Petrônio era um tipo trancado,
homem de pouca conversa, sem sorriso fácil, aguçava a vontade de algumas jovens
donzelas do vilarejo. Principalmente as casadas.
domingo, 7 de agosto de 2016
Capítulo 38 - A descoberta
- Pois diga, que já passa da hora de dormir. – Manu
ajeitava o edredom sem parar, enquanto Julia permanecia calma e com um jeito
sapeca.
- Sabe naquela noite, na sua casa? Eu fui beber água
na cozinha e não pude deixar de ouvir um barulho que vinha do seu quarto...
quarta-feira, 20 de janeiro de 2016
Capítulo 37 - O aperreio
Seguiram-se por
dias os comentários da festa na casa do comendador. Sociedade hipócrita era
aquela. Durante as noites, entre becos e sombras dos lampiões, a maioria dos
homens da sociedade visitavam o meretrício para fruição, sob a ciência e omissão
das suas senhoras. Estas que agora criticam as beldades dançarinas, serviçais
do sexo e do prazer.
sábado, 16 de janeiro de 2016
Capítulo 36 - Lábios de mel
O rapaz era muito
galanteador e tinha uma boa conversa. A certa altura, o diálogo foi enveredando
para assuntos mais picantes, relatando seus amores antigos e das suas relações
sexuais mal sucedidas.
Capítulo 35 - Festa no sarau
Manuela aproveitou a
empolgação da sobrinha e de malas já arrumadas, pediu para que o Jarbas
preparasse o carro e seguiram para o aeroporto. A viagem seria longa até
Chicago, onde Júlia vai viver um novo episódio da sua vida, cheio de surpresas
agradáveis e desagradáveis.
Capítulo 34 - O alvoroço
Ouve-se um estilhaçar de
vidros e o rapaz cai para o lado, livrando Júlia de um possível estupro.
Caído ao chão, as moças da casa aplicam-lhes socos e pontapés, que estonteado o sujeito sai cambaleante e ensanguentado depois de uma garrafada na cabeça.
Caído ao chão, as moças da casa aplicam-lhes socos e pontapés, que estonteado o sujeito sai cambaleante e ensanguentado depois de uma garrafada na cabeça.
Capítulo 33 - Tentativa de estupro
Manu sai do quarto de
Petrônio enrolada numa camisola e passa sorrateiramente pelo corredor antes da
cozinha, sem que Zenaide e Júlia percebessem. Elas estavam sentadas à mesa do
café, proseando displicentemente.
Capítulo 32 - Sexo selvagem
No dia seguinte, após mais
uma noite de atividade na casa do fundo, já era cinco da manhã e Manuela estava
de pé, como de costume.
Capítulo 31 - O diagnóstico
- Preciso resolver algumas
coisas na cidade e passar no hospital para confirmar a consulta da Júlia.
Zenaide vai providenciar o que vocês precisam.
Capítulo 30 - O desembargador
- Querido, poderíamos
conversar outra hora? Estou um pouco cansada...
- Não Helena, tem que ser agora!
- Não Helena, tem que ser agora!
Helena vinha evitando esta
conversa há algum tempo, mas pela resposta do marido, estava claro que ela não
poderia mais adiar.
Capítulo 29 - Traição
No dia da alta de Júlia, ao
amanhecer na cidade às cinco e meia da manhã, o sol começava a esquentar.
Capítulo 28 - O arrependimento
A viajem foi longa e
demorada, naquela estrada cheia de buracos e lagoas imensas. Manuela sentia na
pele, no solavanco do carro, que boa parte do dinheiro deixado no seu bordel
pelos políticos, poderiam ter sido aplicados em obras em favor do povo.
Capítulo 27 - Dor e tristeza
Diante de Petrônio estava
um dos maiores especialista cirúrgico, medido de renome internacional, indicado
por meio de influencia política de Manuela.
Capítulo 26 - O desespero
O alvoroço é grande na
porta do armazém. Pessoas correndo para todos os lados tentando se defender.
Mas foi apenas um tiro, acompanhado de um grito abafado que veio de dentro da
loja.
Então Petrônio aparece na porta e gritou desesperadamente.
Então Petrônio aparece na porta e gritou desesperadamente.
Capítulo 25 - A tragédia
Helena parece transtornada,
diante da tranquilidade de Manuela, perplexidade de Petrônio e da filha que
fica confusa diante da situação.
Capítulo 24 - Ousadia
Enquanto isso o dia
amanhecia lá fora, com raios trespassando as brechas do telhado e clareando as
gotículas de água que pingavam das samambaias na varanda, que caiam sobre o
chão orvalhado.
Capítulo 23 - A falsa visita
- Entre, por favor. Mas do
que se trata mesmo Sra...
- Zenaide. Dra Zenaide.
- Zenaide. Dra Zenaide.
Capítulo 22 - A primeira vez
- Tem alguém ai? –
Perguntou Petrônio novamente, baixando o candeeiro ao chão e puxando pela sua peixeira.
Capítulo 21 - A safadeza
- Júlia, não demore no
banho que seu pai chegou – Gritou Helena da cozinha.
- Cheguei e tô com uma fome daquelas!
- Cheguei e tô com uma fome daquelas!
Capítulo 20 - 15 anos depois
Uma chuva torrencial caía
naquela tarde e Júlia contemplava os patinhos na lagoa em frente à sua casa. O
outono sempre foi um período chuvoso naquela região, exceto quando há dezessete
anos antes, dias de estiagem longa, seu pai lhe carregou nos braços, levando-a
quase morta para o hospital da cidade.
Capítulo 19 - Ela partiu
Helena não conseguia
esconder sua ansiedade e desespero por aquela resposta. Ela sabia que a paixão
é uma linha muito tênue entre a razão e o coração. Foi ai que o velho ancião
atento pelo nervosismo daquela mulher, tratou de lhe responder.
Capítulo 18 - A fujida
Por volta de cinco e meia
da tarde o sol já esfriava e a sombra das palmeiras cobriam boa parte da
varanda, onde o tio Miguel cochilava com um Machado de Assis sobre seu peito.
Neste horário era comum a temperatura ir caindo, talvez por causa do rio
Arizona que passava a um quilometro do lugarejo.
Capítulo 17 - último coito
- Tal como os porcos, a que
ponto chegou! Ajunte-o, és a razão de tudo isso. – Virou-se e retornou para
seus aposentos.
Capítulo 16 - Ciúmes
- Ora, mas será que seu tio
ainda está conversando com o Victor?
- Duvido muito. Do jeito que meu tio estava, já deve estar dormindo há horas.
- Duvido muito. Do jeito que meu tio estava, já deve estar dormindo há horas.
Capítulo 15 - Alcoviteira
Neste momento, Helena entra
na cozinha com a bebê no colo.
- Nossa, parece que Judite
viu fantasma! Passou por mim feito um furacão.
- De certo prima, eu devo ter falado algo que a deixou nervosa.
- De certo prima, eu devo ter falado algo que a deixou nervosa.
Capítulo 14 - A investida
Victor não era mais aquele
menino, que ha doze anos passou alguns dias na fazenda, correndo atrás das
galinhas e das criações no terreiro.
Capítulo 13 - Conversa fatal
Judite esperava tudo, menos
aquela pergunta. Pasma e nervosa, ela não sabia o que fazer. Aproveitava-se da
oportunidade e acabava com aquele tormento ou emudecia e deixava tudo como
Capítulo 12 - O flagra
- Judite! – Exclamou Helena
em voz de atenção.
Os dois pararam e olharam
para Helena, atônitos.
Capítulo 11 - O retorno
Cansada da viajem, Helena
deu um banho em Julia, fez um tour pela casa para ver como estavam as coisas e
em seguida se recolhe no quarto.
Capítulo 10 - Desistência
Ainda restavam três dias
para a volta de Helena com a filha Julia e o martírio de Judite continuava. Ela
sabia que não conseguiria ser poupada por muito tempo e que mesmo sangrando,
Petrônio poderia força-la a fazer sexo de qualquer jeito. Seu nível de
testosterona estava acima do limite, quase transbordando, talvez esse o fosse
motivo do seu comportamento tão agressivo.
Capítulo 9 - Insistência
Ela sabia que Petrônio
contara nos dedos os dias e ávido por sexo, ele viria com tudo para cima dela.
Meio dia, casa varrida e arrumada, roupas lavadas e estendidas no quintal. Pronto, era a hora de por o plano em ação. A mulatinha correu para o quintal e pegou a galinha mais magrinha que encontrou, levou a penosa para uma certa distância e cortou o pescoço, derramando seu sangue num recipiente de vidro.
Meio dia, casa varrida e arrumada, roupas lavadas e estendidas no quintal. Pronto, era a hora de por o plano em ação. A mulatinha correu para o quintal e pegou a galinha mais magrinha que encontrou, levou a penosa para uma certa distância e cortou o pescoço, derramando seu sangue num recipiente de vidro.
Capítulo 8 - A menstruação sem fim
Petrônio carregou as malas
e as colocou no carro. Deu um beijo na amada, outro na filha e voltou para
casa. Judite já estava na cozinha preparando o café. Ainda se ouvia o ronco do
carro ao longe quando o patrão virou-se para ela e disse:
Capítulo 7 - A visita
Um ano se passou e Júlia
crescia com saúde. A falta de um irmãozinho não era problema na hora de
brincar, porque, como Judite não teve infância, agora ela aproveitava para ter
na companhia de Julia, brincando com a filha da patroa como se fosse uma
criança.
Capítulo 6 - A salvação
... Helena olha fixamente
para o terreiro e percebe que alguém chega à galope.
- Será Petrônio? - Pergunta para si.
- Será Petrônio? - Pergunta para si.
Capítulo 5 - À beira da morte
Ao saber da notícia,
Petrônio se dirige para casa, deixando a loja de tecidos por conta dos
empregados.
sexta-feira, 15 de janeiro de 2016
Capítulo 4 - O resguardo
Mas a vida continuava.
Petrônio entrou no quarto, mais molhado de suor que de água do banho.
- Mas que suor é este
homem, você não acabou de tomar um banho?
- É, mas como eu banho muito rápido e a lavanderia não entra vento, tai como a gente fica.
- É, mas como eu banho muito rápido e a lavanderia não entra vento, tai como a gente fica.
Capítulo 3 - O estupro
E o casal ficou ali por
vários minutos em prosa admirando a filha, enquanto Petrônio sorria e Helena
vislumbrava aquele pouco momento que via o marido tão contente e alegre.
Capítulo 2 - O mijo
A cachaça corria solta na
venda do Zé fiado. Petrônio com seu compadre e mais três amigos que foram
chegando após saber da notícia.
quarta-feira, 6 de janeiro de 2016
Capítulo 1 - O nascimento
Julia era uma moça magra, esganiçada e ao mesmo
tempo atraente. Tinha chegado da cidade grande a poucos dias e ainda mantinha
alguns costumes, diferentes da vida tranquila e serena do pequeno povoado ao
Leste do Arizona.
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