Enquanto Júlia fazia
seu tratamento na Europa, a vida na fazenda corria rotineiramente. Petrônio na
sua lida diária e Helena cada dia mais louca.
Mas nem tudo era paz para o patrão da modesta loja de
tecidos. Não obstante seu jeito meio bruto de ser, alguns boatos apimentavam a
imaginação das mulheres do pequeno povoado. Petrônio era um tipo trancado,
homem de pouca conversa, sem sorriso fácil, aguçava a vontade de algumas jovens
donzelas do vilarejo. Principalmente as casadas.